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28/07/2009
Eu, quando visto pelo outro
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08/06/2009
Jogo de cintura
O sociólogo dirá que tem a ver com o "jeitinho" brasileiro de se esquivar, de dar um jeito em tudo. O sambista vai falar que é uma nova dança, derivada do pagodão do crioulo doido. Já a Suélli, dirá, metendo o bedelho (como sempre), que é justamente do que ela e a mulherada precisam no momento.
31/03/2009
Mega Sena. Eis o assunto salvador das ‘rodinhas-onde-não-se-sabe-o-que-falar’. É tiro e queda. Fiz o teste numa festa do meu antigo trabalho e quando chegou, o momento crucial, só fiz uma perguntinha: “Gente, e o que vocês fariam com a grana da Mega Sena?” [isso na época em que ela estava acumulada em astronômicos R$ 55 MILHÕES de reais].
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29/03/2009
aquelas coisas que a gente não precisa comentar mas comenta...
15/03/2009
11/03/2009
Nessa hora são tantas perguntas sem respostas...
Todo o processo evolutivo de nossas vidas, nossa grandeza e pequenez oscilam o tempo todo, nos levando assim, a ser quem somos.
Acredito que essa vida, esse corpo, esse cenário, são só mais um, de tantos outros...
Creio que a vida É dentro de nós, e nos acompanha para sempre.
Independente de para onde vamos, ou o que nos tornamos depois, essa conquista, de ter uma alma, é eterna e intransferível.
1 Corítios 13
Pois os nossos dons de conhecimento e as nossas mensagens espirituais são imperfeitos.
Mas se quer saber, eu ainda acreditando nesse tal Amor Virgiliano e por isso, conseqüência do que eu mais acredito nessa vida, que eu resolvo deixar fluir...
Sem muitas explicações pessoais, sabe como é, não vou repetir...
Muito AMOR, saúde e paz à todos.
Até. S ♥
19/02/2009
camacaca
Não! Eu não estou com TPM! – gritou minha amiga depois de xingar o terceiro motorista em menos de cinco minutos. – Eu tô camacaca!
Ela já pegou a maior intimidade com a expressão “tô com a macaca”. De onde será que vem essa expressão? Aliás, por que tantas expressões alusivas aos nossos ancestrais? Tô com a macaca; macacos me mordam; macaquinhos no sótão – conhecem essa? Sempre que alguém tinha uma preocupação boba, ou ansiedade infundada, minha avó se referia a essas sensações como “macaquinhos no sótão” . Macacos são inquietos e a imagem deles no sótão deve ser mesmo a de bagunçar, de desestabilizar a casa...
Quando a minha amiga grita que está camacaca, porém, não é só uma inquietação. É uma irritação, uma vontade de mandar tudo à merda, uma vontade de gritar “me deixem em paaaaaaaz!” E isso tem tudo a ver com TPM, mas, se ela negou, é porque não devia estar no seu período pré-menstrual. Simples assim.
E por que falei isso tudo? Aonde quero chegar? A uma conclusão que talvez cause uma certa estranheza, mas faz sentido. Prestem atenção: essa história de TPM está obsoleta! Quando o mundo era mais calmo, até os anos 70, mais ou menos, ali antes dos yuppies, do avanço galopante da tecnologia e da mulher ultra-moderna, a TPM fazia sentido. O ritmo de vida era mais tranqüilo. Não havia jornada dupla/tripla para as mulheres, exigências absurdas! Então, a tensão pré-menstrual se fazia notar. Era um ruído na personalidade de quem sofria dessa síndrome. Um acorde dissonante na música doce que as mulheres, em geral, tocavam.
Mas hoje? Respondam com sinceridade: vocês conhecem, hoje em dia, alguma mulher que seja calma, tranquila o mês inteiro, e que se transforme durante um ou dois dias do ciclo menstrual numa pessoa estressada, às vezes enfurecida? E depois essa mesma mulher volta a ser tranquila, só repetindo esse padrão normal-louca-normal no mês seguinte? Eu não conheço. Hoje a tensão aparece quando os serviços públicos ou particulares não funcionam, quando o chefe enche o saco, quando o trânsito é caótico, quando a gente olha pra cara dos governantes. Enfim... Aparece o mês inteiro! E como a gente não pode ficar com TPM o mês inteiro, a gente fica camacaca!
É tão mais prático isso, e tão mais democrático, porque camacaca amplia o público alvo da TPM, atendendo às demandas de mulheres mais velhas que já entraram na menopausa, por exemplo, e, é claro, dos homens! Eles vão ser os maiores beneficiados quando o camacaca for mais aceito e instituído como um mal do novo século. Vão perceber que camacaca é unissex e que eles têm, enfim, a chance de sofrer de algo mais… mais porralouca que um simples estresse. Estresse já está tão batido e a gente administra, não é mesmo? Técnicas e mais técnicas surgem no mundo moderno com esse papo de “administrar” o estresse. Pois camacaca ninguém administra. É muito mais radical. Mais moderno. Mais a cara de pessoas antenadas. Vocês vão ver… eles vão se aproveitar disso e eu não os culpo. Sinceramente… anos e anos de álibi que temos com a TPM, é mesmo uma questão de solidariedade a gente emprestar o camacaca pra eles também.
Imaginem… os homens vão poder se exaltar numa reunião de negócios, ameaçar “sumir daqui até vocês aceitarem minha negociação!!” e depois, sem-graça, dizer: “desculpem, senhoras… senhores… mas é que hoje eu estou camacaca.” A gente vai ver homens de bem sendo absolvidos num tribunal depois de terem puxado o cabelo de alguém no trânsito ou arranhado a lataria de uma “idiota, imbecil, perua!” que roubou a vaga deles bem em frente ao escritório. Decisão unânime do júri baseada em fatos incontestáveis: “o réu estava passando por um período camacaca…”. E caso encerrado. =)
06/02/2009
ah, a felicidade...
Existem dois tipos de pessoas felizes: as que realmente são_ e não forçam nada pra que isso aconteça_ e as que são ‘seres felizes’. Um ‘ser feliz’ é facilmente identificado: é aquela pessoa que não é, mas faz de conta que está e todo mundo percebe. É a pessoa que quer ser amiguinho de todo mundo, fica rindo sem motivo, quer se enturmar. Ser ‘feliz’ é quase como ser um idiota, mas bem disfarçado. A graça disso tudo é ser feliz de verdade.
O que lhe faz feliz? Vale lembrar que aqui só entram as coisas que temos e não os desejos impossíveis, que nem sabemos se um dia teremos ou não. O que importa é ser feliz agora _ mas de verdade, sem querer se enganar ou enrolar os outros_ com as coisas que temos e conquistamos na vida. As coisas que com o tempo fomos identificando como aquelas que nos fazem bem, nos deixam sorrir do nada no meio da tarde ou cantar uma música que se gosta, ver as pessoas que se ama, contar nos dedos das mãos o nome das suas amigas, rever fotos, ver filmes... Eis a minha felicidade: descobrir e curtir essas coisas todas que gosto e que me fazem bem.
Todo mundo tem isso, a sua listinha das coisas que se gosta, que lhe faz bem e merecem acontecer muito mais vezes. Concordo plenamente com o ditado que diz que “A felicidade encontra-se nas pequenas coisas”. E não é que é mesmo?

Bjus Su. ♥





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